Celebra-se a 11 de outubro o Dia Internacional da Rapariga que tem como objectivo sensibilizar para as questões de igualdade e violência de género, bem como apelar à reflexão sobre os preconceitos e os estereótipos que colocam entraves na vida escolar e pessoal das raparigas. Procura, também, realçar o papel activo que as raparigas podem ter enquanto agentes de mudança social;
A data foi instituída a 11 de outubro de 2011, pela Assembleia Geral da ONU através da Resolução 66/170. Para este ano, o lema será: “Acabar com as uniões infantis e investir nos direitos das raparigas” (End child marriage and invest in girls’ rights)”;
A escolha deste lema não vem ao acaso, a cada ano, mais de 12 milhões de raparigas são submetidas às uniões prematuras antes de atingirem a idade adulta, com uma das taxas mais altas registadas na África Subsariana (cerca de 31%), da qual Moçambique faz parte;
Assim, a AMASI-ESC irá levar a cabo um conjunto de actividades para a sensibilização das comunidades para “Acabar com as uniões infantis e investir nos direitos das raparigas”.
Eu Sou Capaz: Principais Eixos da Sensibilização
Actividades nos Espaços Seguros e Escolas
Nas Comunidades e Escolas dos 9 distritos de implementação do programa serão realizadas actividades tais como: palestras, canto, dança, teatro, videos, fotos, etc. que combatam as uniões prematuras e defedam os direitos da rapariga.
Serão envolvidos líderes locais.
Partilhas nas redes sociais
Os colegas do Programa, da Organização e externos são convidados a partilhar fotos suas e mensagens em prol da educação da rapariga em Moçambique e/ou em Cabo Delgado em particular.
Debates distritais nas rádios comunitárias
Em todos os distritos com radio comunitária, os colegas irão solicitor, com ajuda dos Ponto Focais, 15-30 minutos gratis, para falar sobre o Eu Sou Capaz, dia 11 de Outubro e necessidade de combater as uniões prematuras e defender os direitos da rapariga
Webinar final
No final do mês, a sensibilização fecha com um Webner aberto com o tema “Acabar com as uniões infantis e investir nos direitos das raparigas”.
